domingo, 31 de maio de 2015

Homem ejacula em repórter da Record dentro do metrô e foge


Imagem: Reprodução/Youtube
Uma repórter do portal R7, da Record, contou nesta quinta-feira como foi passar por uma situação no mínimo, constrangedora e revoltante. Ela estava dentro do metrô e se viu surpresa ao perceber que um tarado havia ejaculado nela. Veja o vídeo:

Indignada, ela contou sua história no portal para o qual trabalha. “O metrô lotado. Quando cheguei à estação Brás, sentido Corinthians-Itaquera, às 19h30, muitas pessoas saíram e algumas entraram. Entre essas pessoas que entraram no vagão estava esse homem que se achou no direito de se aliviar em mim”, diz ela sobre o acontecido no metrô de SP.

Em seguida, ela contou que a ação foi rápida: “No trajeto de 30 segundos entre a estação Brás e Bresser-Mooca, esse homem se masturbou. Não notei nada até a porta estar prestes a se abrir e o barulho da movimentação intercalar com a respiração ofegante dele atrás de mim. Sai do vagão olhando para trás, desconfiada, e ele também saiu e me olhou. Foi quando meus pés tocaram a escada rolante que senti parte da minha calça esquentar. Quando coloquei a mão na minha calça notei que ela estava molhada. A palavra era nojo. Não dava mais tempo de descer, mesmo que minha vontade fosse pular da escada rolante que subia. Chamei um funcionário do Metrô e aí que tudo ficou ainda mais estranho”.

Em seguida ela revelou que mesmo após procurar um funcionário da estação, nada foi feito. “Ele me acompanhou, procurando o tal homem que eu sabia que tinha embarcado no vagão do lado. Enquanto isso ele me dizia que não tinha o que fazer. Que EU deveria ter gritado, que EU deveria ter feito alguma coisa e se EU tivesse me manifestado, os próprios passageiros me ajudariam. Fiquei pensando em que momento o Metrô faria alguma coisa. Nada mais aconteceu. O funcionário perguntou se eu morava perto, eu disse que sim. E só. Nada de registro, nada de boletim de ocorrência, como se nada tivesse acontecido”.

No final, ela se pergunta: “Minha calça vai para máquina de lavar, mas e a minha dignidade?”.

Até que ponto permitiremos que nossas mães, irmãs, namoradas e esposas sejam expostas a tudo isso diariamente e sem qualquer ação efetiva por parte das autoridades?

Como poderemos viver com dignidade nesse país se as trabalhadoras não podem nem ao menos ir ao trabalho e sustentar as suas famílias sem sofrerem os mais degradantes abusos?

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Com Bhaz / R7
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